6 dicas para uma depilação sem pelo encravado

Tem coisa mais quebra-clima do que aquelas bolinhas inflamadas? Vem saber como se libertar do pelo encravado!

Pelo encravado pode até ser comum depois da depilação, mas também pode ser facilmente evitado. Aqui, conversamos com a dermatologista Denise Lage para te ensinar como!

1. Esfoliação = adeus pelo encravado

Qualquer que seja o seu método de depilação, o segredo é fazer uma esfoliação nas áreas a serem depiladas três dias antes. Massagear suavemente o esfoliante vai eliminar as células mortas, controlar a oleosidade, liberar o folículo e, consequentemente, diminuir os riscos do encravamento.

2. Esfolie depois da depilação

Nossa expert recomenda voltar a esfoliar três dias depois da depilação. E continuar esfoliando quando os pelos começarem a nascer. “Toda vez que o fio cresce, pode acabar encravando. Os grânulos dos esfoliantes afinam a pele, facilitando a sua passagem”, diz a dermatologista.

3. Espere para hidratar a pele

Nas 24 horas seguintes à depilação, não passe nenhum tipo de hidratante ou óleo. A médica explica que, como os poros da sua pele estão abertos, esses cremes poderão obstruir sua entrada, aumentando a chance de aparecerem os pelos encravados. “Depois disso, aí sim, os hidratantes são bem-vindos e ajudam a diminuir a sensibilidade da pele.”

4. Pausa no sol e academia

O suor excessivo é um dos principais causadores do pelo encravado. Então, depois de depilar, evite qualquer atividade que te faça suar excessivamente e prefira vestir uma roupa mais fresquinha.

5. Trate o pelo encravado

Se depois de todas as nossas dicas você não conseguiu resolver o problema, seu caso é um pouco mais sério. Muitas bolinhas e pelos encravados podem sinalizar a necessidade de uma pomada com antibiótico e anti-inflamatório de ação local.

6. Vá de laser

“Outra saída para casos graves é a depilação a laser”, alerta nossa expert . “Diminui a inflamação local e consequentemente a dor e as manchas”. Mas, antes de se aventurar, consulte seu médico dermatologista, ok?

 

- Por Karina Hollo