- Por Karina Hollo

Como lidar com espinhas internas

Ter espinhas nunca é uma boa notícia, mesmo que estejam debaixo da pele!

Quem tem pele oleosa sabe: acne pode acabar com o dia de uma mulher. E as espinhas internas incomodam como as externas, podendo ser ainda mais doloridas.

Indoor X outdoor

“Nas espinhas externas, o orifício da glândula sebácea está virado para fora da pele, por isso é possível ver a secreção purulenta”, explica a dermatologista Monica Aribi.

“Já nas espinhas internas, a glândula entope, mas a sua saída não está virada para fora, tornando mais difícil a cura, já que não há por onde a bactéria sair”, continua a médica.

Oleosidade + bactérias

O que causa a inflamação no caso das espinhas internas é a mesma dupla que gera a espinha externa: sebo em excesso e bactérias. “Elas são geralmente formadas por alguma alteração hormonal da paciente ou por estresse”, explica Monica.

Sai para lá, espinha!

Para evitar esse quadro, o ideal é fazer esfoliação de duas a três vezes por semana com produtos suaves, que não agridam demais a pele, e não usar cremes muito oleosos.

Cuidar é essencial

Apesar de ser visualmente menos aparente, a espinha interna aumenta o risco do desenvolvimento de cicatrizes, justamente porque fica mais profunda na pele.

“Inicialmente, é indicado não mexer e passar bastante secativo. Em alguns casos, no entanto, é necessário o uso de antibiótico. E, se desenvolver cicatriz, é recomendado o uso de laser”, finaliza a médica.