Aposte na máscara facial para um spa em casa

A máscara facial é uma ótima aliada nos cuidados com a pele. Bateu o tédio? Por que não fazer uma? A expert Taiz Campbell revela por que as incluir na rotina!

Quem não gosta de fazer máscara facial, seja para cuidar da pele ou até mesmo para relaxar por alguns instantes? Ela é uma ótima aliada, não só para dar um up no rosto, como também para ajudar a passar pelos momentos de tédio.

Se você vive se perguntando se elas realmente funcionam e qual a maneira certa de usar, está no lugar certo. A dermatologista e expert, Taiz Campbell, fala sobre como incluir a máscara facial à sua rotina. Confira!

Plus no skincare

Para quem tem dúvidas se a máscara facial surte efeito, a resposta é que sim. Elas não são um passo essencial da rotina de cuidados com a pele, mas que ajudam muito, não se pode negar.

“As máscaras ajudam tanto na hidratação, como também para fechar poros, controlar a oleosidade e a acne, entre outros benefícios”, explica Taiz.

Máscara para todos

Cada tipo de pele vai se dar melhor com um tipo de máscara, mas as hidratantes podem ser consideradas “universais”. “Elas se adequam a todos os topos de pele, porque, até mesmo as mais oleosas, precisam ser hidratadas”, conta a expert.

A frequência de uso de cada máscara varia muito de acordo com a sua função. Por exemplo, as esfoliantes são mais agressivas, portanto, são recomendadas apenas uma vez por semana. Já as hidratantes, podem ser utilizadas até três vezes por semana. Para seguir a orientação corretamente, leia a indicação da fabricante na embalagem.

Eficácia garantida

Retirar com água ou apenas remover o excesso? Usar o que ficou na pele como um boost hidratante ou não? Se você tem dúvidas de como tirar a máscara sem perder a eficácia, o ideal é seguir as instruções.

“Cada máscara tem uma forma de remoção. Algumas devem ser lavadas, outras vão ‘descascando’, como ‘peel off’, tem as que já vêm em um material de fácil remoção etc. O ideal é seguir sempre as recomendações da embalagem ou do seu dermatologista”, explica Taiz.

- Por Aline Marchiori