- Por Cáren Nakashima

Taís Araújo fala sobre transição capilar e o poder dos seus cachos

Inspiração pura, a atriz compartilhou texto empoderador no seu Insta.

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Taís Araújo já foi lisa, crespa, ondulada – a cada personagem, uma nova persona capilar nascia junto. Dá pra acreditar que por trás das transformações existia uma mulher louca para parar a química? Acredite! A atriz compartilhou no seu perfil no Instagram um relato poderoso sobre seu processo de transição capilar.

 

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“Logo depois que terminei “Da Cor do Pecado” decidi fazer minha transição capilar. Isso tem 13 anos, na época nem sabia que tinha um nome. Meu desejo era deixar meu cabelo natural depois de tantos anos usando química. Eu nem me lembrava como ele era!

Primeiro de tudo, eu conheci o homem que me encheu de coragem, o profissional que me fez acreditar na beleza do meu cabelo, @w.eliodorio. Depois foi muita paciência, criatividade pra encontrar penteados, escovas, tranças… Meninas, preciso dizer que passei por esse momento aos olhos de vocês. Lembram da minha personagem “Cobras e Lagartos”, a Ellen? Eu estava em transição! Da Alicia de “A Favorita”? Estava em transição! Lembram da Helena? Estava em transição! E ainda depois de passar por tudo isso e conquistar o cabelo que eu queria, eu passei a tesoura e cortei bem curtinho e comecei tudo de novo! Hahaha!

Maluca? Um pouco, talvez. Decidi compartilhar um pouco da minha história com vocês para que saibam que vale a pena esperar, que é difícil sim, mas é tão legal a gente se olhar no espelho e se reconhecer como realmente é e gostarmos de ser como somos. Mudar é legal também, vale tudo, só não vale ser quem você não é! Lisa, cacheada, crespa, careca… não importa! Seja quem você é e sinta-se bem como você quiser ;)”, escreveu.

Beleza natural

Arrasou, Taís! Quem deseja abandonar a química deve conversar com o cabeleireiro e definir um cronograma para encarar a tesoura, investir em bons produtos pra turbinar a hidratação e, como a própria atriz disse, ter paciência e mente aberta pra mudar se der vontade, sim. “Vale tudo, só não vale ser quem você não é”, disse ela.