solucao-de-beleza 2016-03-03 cabelos materia Diferenças entre tratamentos de cabelo Não fique confusa. Nós mostramos como funciona cada tratamento para você saber qual pedir no salão ou usar em casa. https://cdn.belezanaweb.com.br/image/upload/v1/loucas-por-beleza/images/diferencas-entre-tratamentos-de-cabelos/materia_bg_1.jpg

Desde a época das nossas avós, que faziam hidratação com abacate e alisavam a ferro os fios, muita coisa mudou. Agora, as opções são tão modernas e de nomes tão diferentes que muitas mulheres ficam confusas e perdidas. Por isso mesmo, entregamos um guia com todas as diferenças entre os vários tratamentos e químicas disponíveis para você escolher sua próxima aposta.

Alisamento versus Relaxamento

O alisamento é indicado a pessoas com cabelo cacheado que queiram eliminar totalmente a ondulação. O relaxamento é adequado para quem deseja apenas minimizar o volume e ganhar cachos mais abertos. Tanto um quanto o outro são feitos com um preparado químico à base de hidróxido de sódio ou de uma substância chamada guanidina.

O que varia é o tempo de ação: no alisamento deixa-se o produto agir por um período maior, enquanto no relaxamento esse tempo é reduzido até pela metade. "Os dois são passos de um mesmo processo, o de amenizar as ondulações", explica o cabeleireiro Ivaldo de Lima, de Curitiba.

O relaxamento é menos agressivo. Isso ocorre porque ele atua sobre o fio por menos tempo. Por esse motivo, e também pelo fato de apresentar um resultado natural, vem conquistando a preferência feminina.

Suporte versus Permanente

Os produtos usados para fazer o suporte e o permanente são os mesmos: eles têm hidróxido de amônia na composição, substância que fixa o cabelo no formato desejado. Mas o tamanho da ondulação diferencia os dois processos. O suporte utiliza bigudins maiores para obter uma ondulação suave e dar volume. Ele dura no máximo quatro meses – depois disso, o peso das mechas e o próprio processo de crescimento faz com que a forma anterior seja retomada. A manutenção é feita com retoques na raiz.

No permanente usam-se bigudins menores, que criam cachos fechados. O resultado é definitivo: só com tesoura dá para se livrar dos caracóis. Mas sae ideia é manter o enrolado bonito, deve-se retocar a base dos fios conforme eles forem crescendo.

Hidratação feita no salão versus Hidratação caseira

No salão, há mais chances de o resultado ser melhor. Primeiro, porque o profissional tem vários produtos à mão; depois de analisar as mechas, pode fazer o tratamento com um preparado específico para as necessidades daquele cabelo. Em segundo lugar, porque lá existem aparelhos (vaporizador, emissor de infravermelhos e roller ball – máquina que aquece os fios) que otimizam a ação do cosmético.

Mas nada impede que você faça uma hidratação em casa – sempre há uma melhora, desde que se use o produto recomendado para o seu tipo de fio. Seu cabeleireiro pode indicar os que mais funcionam no seu caso. Quando o produto é bem escolhido o resultado é muito bom, semelhante ao do salão.

Balayage versus Luzes versus Mecha versus Reflexo

Para fazer luzes, o cabeleireiro descolore apenas alguns fios. O reflexo forma listras um pouco maiores e mais marcadas. A mecha, além de dar desenho definido, é ainda mais larga. São feitas duas ou três. A balayage é um clareamento irregular – o profissional usa um pente fino para passar descolorante ou tintura em algumas partes do cabelo, criando feixes dourados que lembram o queimado de sol.

Em tempo: apesar de existir um nome para cada técnica, vários especialistas costumam chamar de reflexo qualquer tipo de descoloração parcial do cabelo. O resultado desses procedimentos fica muito mais natural se o profissional clarear os fios em até, no máximo, três tons.

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Coloração versus Tonalizante

Dependendo do produto usado, a coloração altera definitivamente o cabelo. Os tonalizantes não mexem na estrutura do fio – apenas depositam um filme colorido na superfície, que desbota em cerca de dois meses. Mas o efeito é cumulativo: quanto mais se usa o produto, mais tempo ele demora a sair.

Já as tinturas permanentes, com amônia e oxidantes, retiram o pigmento natural do cabelo para depositar a nova cor. Isso faz com que a fibra capilar seja alterada para sempre. Para recuperar o tom inicial, só esperando crescer ou pintando de novo. As colorações semipermanentes são intermediárias: alteram pouco a tonalidade original, porém de forma também definitiva.

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Gravidez versus Tintura

O fundamental é escolher uma cor que realce a pele. Em geral, as morenas e as negras combinam com marrom-achocolatado, variações de acobreado, marrom-avermelhado, mel e canela. Já quem é clara fica bem ruiva, loira e também com tonalidades mais escuras.

Normalmente não se recomenda que gestantes se submetam a processos químicos, salvo com autorização médica. É que a amônia pode causar alergias e intensificar os enjoos durante esse período de maior sensibilidade. Se o médico libera a tintura, o correto é que a grávida continue usando o produto ao qual já está acostumada.

Outra dica: em vez de optar por uma coloração tradicional, ela pode fazer luzes ou reflexos. Como a cabeça fica protegida por uma touca plástica, as substâncias químicas não entram em contato com o couro cabeludo, minimizando o risco de alergia. Quanto ao bebê, nada indica que ele seja afetado pelos componentes da coloração.

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O Formato do Rosto versus Tipo de corte

A franja tradicional, reta e na altura da sobrancelha, é perigosa para rostos redondos ou com testa curta. Quem tem traços assim e quer usar franja pode optar por variações irregulares ou curtas.

Mulheres com queixo longo devem evitar o corte chanel e seus similares – eles colocam em evidência essa parte da face. Os rostos ovais são versáteis, quase tudo cai bem para eles: repicados, cortes de fio reto, curtos, curtíssimos ou com volume...

Já os de formato quadrado correm o risco de ficar pesados com modelagens retas – as desfiadas, por outro lado, costumam suavizá-los. Há cortes que afinam o rosto. Em 90% dos casos, ele fica mais alongado quando se mantém certo volume no topo da cabeça.

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